19 julho 2012

Especialistas do IEEE identificam biocombustíveis derivados de alga como nova fonte alternativa de energia


Tecnologias baseadas em algas são identificadas como nova fonte para atender à demanda global por energia; Tão importante quanto descobrir  fontes alternativas é avançar em eficiência energética por meio das redes inteligentes, que, segundo o especialista do IEEE Cyro Boccuzzi , fomentam uma revolução no sistema energético, com grandes benefícios ambientais.



Julho de 2012 – Enquanto os turistas evitam pisar em algas nas praias, membros especialistas do IEEE - a maior associação técnico-profissional do mundo - identificaram esse simples organismo autotrófico como a mais promissora fonte sustentável capaz de atender à crescente demanda global por energia. Além disso, membros do IEEE também estão conduzindo avanços significativos em tecnologias mais consolidadas, incluindo energia eólica e redes inteligentes, para fornecer energia confiável e sustentável ao redor do mundo.

De acordo com o Departamento de Energia dos EUA, o uso global de energia irá crescer 53% até 2035. Essa projeção intensificou a demanda por inovação em energia sustentável, tanto de fontes convencionais como alternativas.

Algas como fonte alternativa
Os biocombustíveis derivados de alga constituem uma fonte alternativa e robusta de energia, oferecendo uma opção sustentável para a produção de petróleo, querosene de aviação e gases de aviação. O uso de algas é vantajoso devido à sua concentração extremamente elevada. “Um acre de milho pode ser usado para gerar 300 galões de etanol por ano, enquanto um acre de alga pode produzir de 6 a 10 mil galões de etanol por ano”, disse William Kassebaum, Membro Sênior do IEEE e CEO da Algaeon Inc.

Além da sua capacidade de produzir energia, as algas constituem uma densa fonte de proteínas que pode ser usada na produção de ração animal, de cosméticos e alimentos nutritivos. “Algas podem produzir proteínas 200 vezes mais densas que a soja”, acrescenta Kassebaum. “As numerosas aplicações inovadoras para algas já estão impactando nossas vidas, mas a alga para uso em biocombustíveis ainda é limitada, devido à disponibilidade de capital para expandir a indústria”.

A Força do Vento 
O custo é, frequentemente, um obstáculo importante para adoção generalizada da maioria das fontes renováveis. Entretanto, “o custo da energia oriunda de fontes eólicas onshore está diminuindo em relação à produção de combustíveis fósseis convencionais, tornando a energia eólica uma atraente fonte de energia sem queima de carbono”, disse Peter Tavner, Membro Sênior do IEEE sediado no Reino Unido e Presidente da Academia Europeia de Energia Eólica. “Assim, entre as fontes de energia existentes, a capacidade de geração da energia eólica é a mais substancial e comprovada”.

Nos últimos 10 anos, turbinas de vento individuais aumentaram sua capacidade de produção de 500 kW para mais de 5MW, sem que houvesse aumento significativo de custo. Essas unidades maiores estão possibilitando o desenvolvimento de fazendas eólicas em diversos locais ao redor do mundo, incluindo a região centro-oeste dos EUA, o nordeste e o noroeste da China, o alto-mar do noroeste europeu e o mar da China Oriental. Esses desenvolvimentos têm sido, frequentemente, limitados pelos altos custos de instalação e conexão com a rede principal de energia, o que tem sido compensado por economias de escala e pelo aumento da disponibilidade de recursos.

“A capacidade total instalada de geração de energia eólica é de 94 GW, que é suficiente para suprir 6,3 % de toda a demanda por eletricidade da União Europeia e representa 21,4% da capacidade instalada de novas fontes de energia”, completou Tavner.

Sendo inteligente em relação às redes inteligentes
O panorama de sistemas elétricos está mudando, com muitas soluções inspiradoras sendo desenvolvidas para enfrentar os desafios associados à disponibilidade de fontes de energia renováveis, demandas energéticas e metas de energia limpa. As redes inteligentes (smart grids), que incorporam tecnologias da informação e comunicação às soluções de sistemas de engenharia elétrica, estão fomentando uma revolução no modo como a energia é gerada, transmitida e consumida, com grandes benefícios ambientais.
A configuração da atual rede elétrica está evoluindo rapidamente, com mais ênfase sendo dada à flexibilidade do consumo. “Há uma tendência de se utilizar usinas de energia menores e mais localizadas, ao invés de usinas imensas e remotas”, disse Cyro Boccuzzi, Membro Sênior do IEEE e Vice-Presidente Executivo da concessionária brasileira de energia Enersul. “As redes inteligentes também permitem que diversas usinas menores de energia sejam instaladas próximas aos consumidores, favorecendo assim o imediato atendimento às suas demandas”.
Fontes de Energia Sustentáveis
Fontes adicionais de informação e conteúdo multimídia do IEEE sobre energias sustentáveis incluem:

Sobre IEEE
IEEE, maior organização técnico-profissional do mundo, dedica-se ao desenvolvimento da tecnologia para o benefício da humanidade. Por meio de suas publicações, usadas amplamente como referência, conferências, padrões tecnológicos, e atividades profissionais e educacionais, IEEE é uma fonte confiável em várias especialidades, desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações a engenharia biomédica, energia elétrica e eletrônicos de consumo. Saiba mais em http://www.ieee.org


No IFPB contamos com o Único Ramo Estudantil do IEEE ativo no norte-nordeste (exceto Bahia), cuja missão é aproximar os estudantes do que há em matéria de referência na área de Engenharia Elétrica e afins.





Ana Paula Candil, por email.
SPMJ Comunicação

SILVER SPRING NETWORKS RECEBE O PRÊMIO AMERICAN TECHNOLOGY


Fundação Tech America reconhece a tecnologia inovadora de rede Gen4, a quarta geração da comprovada plataforma de rede IPv6 da Silver Spring

A Silver Spring Networks, um dos principais fornecedores de soluções e plataforma para rede inteligente, foi premiada recentemente com o American Technology Award 2012 por sua tecnologia de rede Gen4, considerado o mais recente avanço em rede inteligente.  A Silver Spring projetou a tecnologia Gen4 para fornecer uma plataforma para mais opções de comunicação, permitindo que as concessionárias cubram de forma eficiente seus territórios,  sejam áreas muito ou pouco habitadas, e sustentem múltiplas aplicações de redeinteligente em uma rede IPv6 integrada e  com gestão centralizada.

“Sentimo-nos honrados em sermos reconhecidos pela fundação TechAmerica por nossas contribuições para a liderança em tecnologia e inovação em prol dos clientes”, disse Scott Lang, Presidente e CEO da Silver Spring Networks. “Nossa quarta geração da tecnologia de rede agrega ainda mais valor aos nossos clientes à medida que  constroem a próxima geração de redes de energia mais inteligentes, eficientes e altamente confiáveis”.
“Nós parabenizamos a Silver Spring Networks por seu incrível trabalho e agradecemos por sua contribuição ao crescimento e à inovação de nossa vibrante indústria tecnológica”, disse Jennifer Kerber, Presidente da Fundação TechAmerica.

A tecnologia de rede Gen4 da Silver Spring destina-se a aumentar o desempenho e melhorar a flexibilidade necessária para atender aos exigentes requerimentos das concessionárias de energia em territórios com distintos serviços e distintas abordagens de implantação e necessidades de aplicação. A Gen4 fornece aos clientes opções de comunicação de rede móvel e de rede mesh, como a tecnologia Micromesh™, que combina os dois meios para uma melhor relação  custo-benefício da implantação e triplica o desempenho da rede. A gestão unificada da rede em todas as comunicações simplifica a implantação. Para mais informações, visite www.silverspringnet.com/gen4.

Os prêmios ATA – também conhecidos como “Termans”, em homenagem a Frederick Emmons Terman, amplamente reconhecido como o pai do Vale do Silício – são concedidos com base em uma avaliação minuciosa por especialistas da indústria e líderes em tecnologia. Os prêmios ATA abrangem a indústria tecnológica, reconhecendo serviços e produtos inovadores como Gen4.  Os vencedores foram anunciados, ontem à noite, no jantar de gala TechAmerica Technology and Government, em Washington, D.C.

Sobre a Fundação TechAmerica

A Fundação TechAmerica educa os executivos da indústria, formadores de políticas e líderes de opinião, com a promessa da inovação tecnológica contribuir para o avanço da prosperidade, da segurança e do bem estar geral. Lançada em 2009, a fundação  uma entidade sem fins lucrativos e sem afiliação política, com direitos à isenção de impostos – é afiliada da TechAmerica, a qual representa a principal voz e a maior fonte de recursos da indústria tecnológica dos Estados Unidos. A Fundação divulga pesquisas de mercado, políticas e indústria premiadas, abrangendo tópicos como a competitividade dos Estados Unidos na economia global, a inovação no governo, e outras áreas de interesse nacional. A Fundação também organiza conferências e seminários com representantes do governo e da indústria para explorar questões pertinentes e para compartilhar suas descobertas. Saiba mais sobre a Fundação TechAmeric emwww.techamericafoundation.org.

Sobre a Silver Spring Networks

A Silver Spring Networks é uma das principais empresas em tecnologia e soluções para rede inteligente. Conectamos mais de 11 milhões de domicílios, residenciais e comerciais, em todo o mundo, com a meta de alcançar maior eficiência energética para o planeta. Nossos produtos inovadores permitem que as concessionárias ganhem eficiência, integrem fontes renováveis de energia, e capacitem seus clientes a monitorar e gerenciar seu consumo de energia. Entre as concessionárias de energia, que são clientes da Silver Spring, incluem-se Baltimore Gas & Electric, CitiPower & Powercor, Commonwealth Edison Company, Florida Power & Light, Jemena Electricity Networks, Pacific Gas & Electric and Pepco Holdings, entre outras. Para mais informações, visite www.silverspringnet.com.



Ana Paula Candil, por email.
SPMJ Comunicação

29 setembro 2011

Estudantes do IFPB recebem prêmio nacional na área de Engenharia Elétrica

Estudantes do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) vão concorrer a um prêmio internacional concedido pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) - Institute of Electrical and Electronics Engineers. O Ramo Estudantil IEEE do IFPB conseguiu conquistar a maior premiação do país, que é o título de Ramo Exemplar do Conselho Brasil. O prêmio foi concedido na IX Reunião Nacional de Ramos Estudantis do IEEE (RNR) realizada entre os dias 08 e 11 de setembro, em Juiz de Fora. O trabalho desenvolvido pelos estudantes do Bacharelado em Engenharia Elétrica do Campus João Pessoa do IFPB concorreu com o de Ramos com 20 anos de tradição. Com esse resultado, eles se credenciam a disputar o título de Ramo Exemplar da América Latina do IEEE, que será sediado na Argentina, em 2012.

Esse foi o segundo ano consecutivo em que o Ramo Estudantil IEEE do IFPB se destacou na RNR. Em 2010, os alunos do IFPB conquistaram o prêmio de Ramo Revelação, que é concedido aos ramos do país que tenham menos de dois anos de fundação e que se destacam em sua atuação junto ao IEEE.

Dentre as atividades realizadas pelo grupo de alunos do Ensino Superior do IFPB que ganharam destaque, estão os grupos de Robótica Educacional Livre, Estudos da Língua Inglesa e o Programa Mulheres na Engenharia (WIE). No IFPB, o Ramo Estudantil tem uma diretoria executiva de sete alunos, sob orientação do conselheiro, que é o professor Joabson Nogueira, diretor do Campus João Pessoa, e do mentor Alfredo Gomes, coordenador do curso de Engenharia Elétrica, ambos os professores são associados ao IEEE.

A Reunião Nacional de Ramos Estudantis do IEEE (RNR) é um dos eventos estudantis mais importantes do país nas áreas de Engenharia Elétrica, Eletrônica, Computação e afins. O Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) é a maior sociedade técnica profissional no mundo e uma associação dedicada ao avanço na inovação e a excelência tecnológica em benefício da humanidade. Também é responsável por mais de um terço de toda publicação mundial nas áreas de Engenharia Elétrica, Eletrônica, Computação e afins, por exemplo, os mais de 900 padrões ativos, como os que normatizam a comunicação via Wireless (Wi-Fi).

O IEEE está presente em mais de 160 países e possui mais de 400 mil membros, dos quais, mais de 25% são estudantes. Atualmente, são 333 seções distribuídas em 10 regiões geográficas do mundo. É uma entidade sem fins lucrativos e colabora no incremento da prosperidade técnico-científica mundial. Sediada nos EUA, a organização tem sua origem no ano de 1884, tendo como membros fundadores nomes como Thomas Edson e Alexander Graham Bell.

Logo do Ramo Estudantil IEEE do IFPB“Este prêmio é o reconhecimento do trabalho sério e dedicado de todos os voluntários e membros que compõe o Ramo Estudantil IFPB. Também consideramos como o fruto da dedicação do professores Joabson Nogueira e Alfredo Gomes, que apesar de suas muitas responsabilidades e seu tempo resumido, sempre nos auxiliam e orientam”, ressaltou o vice-presidente do Ramo IEEE do IFPB, Tiago Medeiros.

Para Albanisa Felipo, membro e ex-secretária do ramo, o prêmio reconhece o trabalho e a dedicação de um grupo que foi criado há apenas dois anos, e também reflete as ações empreendidas pelo curso de Engenharia Elétrica. “Para todos nós que fazemos o ramo é uma imensa honra, além de ser uma alegria enorme para o IFPB e para o nosso curso. Junto com essa conquista vem também a responsabilidade, pois somos oficialmente o representante do Brasil que vai concorrer no próximo ano, na Argentina, ao título de Ramo Exemplar da América Latina do IEEE”, destacou Albanisa Felipo. Atualmente a estudante do curso de Engenharia Elétrica é a representante do Programa Mulheres na Engenharia – WIE (Women in Engineering), da seção Bahia do IEEE.

*Daniela Espínola e Ana Carolina Abiahy - Jornalistas do IFPB

13 setembro 2011

Software ‘crackeado’ é um risco para meu computador?


Engenharia Elétrica - 2011.1

Muitas vezes nos deparamos com essa duvida. E por incrível que pareça nunca paramos para pensar na resposta e ignoramos se o crack representa ou não um risco para nossa maquina.

Antes de responder a essa pergunta, saibamos o que é vírus. Os vírus são softwares maliciosos criados por terceiros que tem o objetivo de destruir arquivos, afetar o desempenho do sistema e roubar dados do usuário.

Sendo assim, podemos afirmar que a resposta é, SIM! Um crack representa um risco não só para o computador mas também para os dados pessoais do usuário. Por que?

Quando crackeamos um software estamos destruindo um arquivo original, e colocando no lugar dele um arquivo criado por terceiros, que vai modificar o desempenho do software e do SO que esta rodando-o. O crack se tornou uma armadilha perfeita, o usuário, de livre e espontânea vontade, injeta o crack dentro de uma pasta do sistema (geralmente Arquivos de Programas) e muitas vezes ignora o aviso do antivírus, se tornando uma presa fácil para hackers que pretendem roubar dados do usuário.

E quando crackeamos nosso sistema, estamos injetando o crack ainda mais fundo, em meio as “entranhas” dos arquivos indispensáveis ao bom funcionamento do computador. Pastas, que, as vezes nem sabemos que existem.

Quando falamos em software livre, temos acesso ao código do programa e sabemos as tarefas que ele vai desempenhar em nossa maquina, mas não se trata de software livre, um crack não é fornecido junto ao seu código, e assim, para nos livramos dessas ameaças (que prometem economia com software proprietário, mas que pode se tornar uma enorme dor de cabeça) é ter um antivírus de qualidade instalado em nossa maquina ou pagar por esse software, ou ainda, usar software livre.


06 setembro 2011

Projeto de Pesquisa do IFPB é selecionado pela Eletrobrás


PARABÉNS AOS ALUNOS E PROFESSORES DE ENGENHARIA ELÉTRICA PARTICIPANTES!!!

Professores e alunos do Grupo de Pesquisa de Eletrônica, Controle e Automação, GECA, do IFPB, Campus João Pessoa, foram selecionados no processo seletivo de projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Eletrobrás. A seleção procurava projetos inovadores destinados ao desenvolvimento tecnológico das empresas concessionárias de energia de estados do Norte e Nordeste. Foram selecionados 41 projetos e o resultado saiu no dia 26 de agosto.

O projeto será desenvolvido na Eletrobrás Distribuição Alagoas. “Desenvolvimento Experimental de Protótipo de Equipamento para Monitoramento Simultâneo e Distribuído de Parâmetros Elétricos em Redes Secundárias e Consumidores de Baixa Tensão Empregando Tecnologia de Comunicação Sem Fio”, é o título do projeto do GECA.

O objetivo é desenvolver o protótipo de um equipamento que faça o acompanhamento da qualidade da energia e também a redução de perdas de energia. Uma das inovações é a proposta para desenvolver uma tecnologia nacional que empregue comunicação de rede sem fio para envio de informações que são monitoradas.

Com duração de dois anos e financiamento total da Eletrobrás, o primeiro passo para implantação será uma reunião entre os gerentes de P&D da distribuidora de Alagoas e o coordenador do projeto, o professor Franklin Pamplona. A empresa irá custear as bolsas de pesquisas dos alunos e professores, além dos materiais e equipamentos. O IFPB entrará com a disponibilização dos horários dos docentes e alunos envolvidos no projeto e a cessão do espaço físico dos laboratórios.

“Desde o princípio acreditamos que o projeto seria aprovado, porque tivemos a iniciativa de procurar saber as áreas de interesse da empresa, então realizamos o projeto dentro da expectativa deles”, ressaltou o professor Franklin. Ele ainda destacou que os alunos ficaram muito satisfeitos com o resultado, pois já desenvolviam pesquisas na mesma área e a implantação do projeto será como uma continuação dos estudos.

Atualmente o grupo de pesquisa conta com a participação de cinco bolsistas, Everton de Freitas, Isaac Silva, José Bosco Júnior, Manoel da Costa Filho e Múcio Queiroz Filho do curso de Engenharia Elétrica. Os alunos são coordenados pelos professores Franklin Pamplona, Eduardo Vidal, Manoel Alves e Walmeran Trindade.

Para um dos bolsistas do projeto, Everton de Freitas, a implantação do projeto será uma oportunidade para colocar em prática o que os estudantes aprenderam durante o curso. “É gratificante saber que o nosso trabalho é reconhecido por uma companhia grande como a Eletrobrás Distribuição Alagoas”, afirmou Everton.

O Geca foi criado a cerca de um ano. Os professores Manoel Alves, coordenador do curso de Eletrotécnica e do GECA, e Franklin Pamplona acreditam que com a implantação do projeto o número de bolsistas aumentará. Além disso, será criado um laboratório de análise de qualidade de energia, o que poderá gerar novas pesquisas.


http://www.ifpb.edu.br/campi/joao-pessoa/noticias/projeto-de-pesquisa-do-ifpb-e-selecionado-pela-eletrobras

Fonte: Site do IFPB (

)

31 agosto 2011

Aluno de Elétrica é primeiro colocado em concurso de abrangência nacional


O aluno do 8º período do Curso de Engenharia Elétrica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) Campus João Pessoa Jonatha Bizerra Silva, ainda não concluiu a graduação, mas já garantiu o seu futuro, sendo aprovado em primeiro lugar, no concorrido processo seletivo para ingresso no Corpo de Engenheiros da Marinha.

O estudante concorreu em nível nacional, com 150 candidatos, a uma das quatro vagas ofertadas para graduados em elétrica, na área de telecomunicações.

Após a classificação na seleção inicial, o próximo desafio de Jonatha é o Curso de Formação de Oficiais (CFO), que acontece no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), Rio de Janeiro. Com a formação o estudante ingressará no quadro de oficiais da Marinha, ocupando o posto de primeiro-tenente.

Para Jonatha, que sempre sonhou com carreira militar, a acessibilidade aos professores e o bom relacionamento da turma foi um fator determinante para a sua conquista. “Antes de estudar aqui eu passei por outra instituição federal de ensino superior, mas só aqui, encontrei acesso direto tanto aos professores, quanto ao coordenador do Curso, além disso, o curso de Elétrica exige que o aluno esteja presente, e que seja dedicado o que possibilita o compartilhamento de conhecimento entre alunos”, afirma.

Como estudante do Curso de Energia Elétrica Jonatha participou de diversas atividades: foi monitor das Olimpíadas de Robótica e da disciplina de Circuitos Elétricos e atualmente é membro, desde a fundação, do Programa de Educação Tutorial (PET) Elétrica onde participa de um projeto de Telefonia de Voz sobre IP (VOIp).

“O bom desempenho dos nossos alunos em avaliações externas mais uma vez comprova que estamos no caminho certo,” destaca o coordenador do Curso de Engenharia Elétrica Alfredo Gomes Neto.

http://www.ifpb.edu.br/campi/joao-pessoa/noticias/aluno-de-eletrica-e-primeiro-colocado-em-concurso-de-abrangencia-nacional

Fonte:

23 julho 2011

Dupla brasileira conquista primeiro lugar em campeonato de robótica

Uma dupla de estudantes brasileiros conquistou a premiação máxima na RoboCup, maior olimpíada de robótica do planeta, na modalidade 'resgate', realizada na Turquia entre os dias 4 e 10 de julho. Os competidores do Japão ficaram em segundo lugar e, em terceiro, os da Alemanha.

Renato Ferreira Pinto Júnior, aluno do 2º ano do ensino médio no Colégio Objetivo, e Wallace Souza Silva, que cursa engenharia mecatrônica na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) disputaram o prêmio com cerca de 4 mil participantes de todo o país.

Competindo pela modalidade 'resgate', em três dias de provas, totalizando nove rodadas, a dupla brasileira teve de programar um robô – que leva o nome de Hipérion – para cumprir a tarefa de salvar vítimas. Com a aplicação de diversos conceitos de mecânica, computação e sistemas digitais, o robô foi projetado com uma estrutura mecânica de tal forma eficiente a ponto de, sem nenhuma intervenção humana e com movimentos milimétricos, conseguir subir uma rampa, atingir o andar superior e salvar seu objeto.

O robô Hipérion pesa 2,5 quilos, e possui uma dezena de motores e cerca de 20 sensores. Entre eles, estão os de ultrassom e infravermelho até bússolas digitais e acelerômetros

O resgate, segundo o professor Luís Rogério da Silva que acompanhou os estudantes na competição, foi uma operação de grande complexidade, pois a máquina não recebeu nenhuma orientação prévia sobre a localização da vítima e sobre sua própria posição em relação a ela.

Wallace e Renato criaram um robô (Foto: Objetivo/ Divulgação)
(Foto: Objetivo/ Divulgação)

Mesmo assim, antes de esgotar-se o tempo estipulado para a conclusão da prova, que é de oito minutos, encontrou a vítima, encaixou-a em suas garras, ergueu-a e colocou-a sobre o patamar de refúgio, segundo Silva.

De acordo com o professor, para montar um robô desse tipo é necessário que o estudante seja extremamente habilidoso, porque deve construir uma máquina que possa agir de maneira autônoma, recebendo as informações do cenário e adequando as ações para livrar-se dos obstáculos e manter-se norteada a resgatar seu alvo.

"Foi o melhor resultado do Brasil. Tínhamos expectativas positivas, mas dizer que não foi surpreendente receber o prêmio máximo seria uma mentira", afirma Silva.


Fonte: G1

21 julho 2011

Engenharia Elétrica tem seus primeiros formandos



O curso de bacharelado em Engenharia Elétrica já tem seus primeiros formandos no Campus João Pessoa do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba. Foi realizada uma cerimônia extemporânea de Colação de Grau nessa terça-feira, no Anfiteatro, para dois alunos do curso superior que tiveram necessidade de antecipar a emissão do diploma.

Raissa Tavares Vieira e Sérgio Louredo Maia Lacerda foram os primeiros a colar grau. Raissa precisa do diploma para matricular-se porque já inicia as aulas no Mestrado da USP, na cidade de São Carlos, no dia 8 de agosto. Já Sérgio está organizando documentação devido à convocação em um concurso público no nível superior. A cerimônia realizada no Campus da Capital também atendeu ao aluno de Negócios Imobiliários, Felipe André dos Santos Borges, que deseja dar continuidade aos estudos ingressando como graduado em outro curso superior.

Também foi a primeira vez que o diretor de Ensino Superior do Campus, Neilor Cesar Santos, presidiu a cerimônia, já que está substituindo o diretor geral Joabson Nogueira. Mas, como encontrava-se no Campus, o professor Joabson também participou do evento. A solenidade teve ainda as presenças da Diretora de Ensino substituta, Rosângela Madruga, e do coordenador do curso de Engenharia Elétrica, Alfredo Gomes.

Familiares e amigos acompanharam o evento com bastante emoção. Ao final dos ritos acadêmicos, a aluna Raissa fez questão de agradecer à família e à instituição por sua trajetória. Segundo Raissa, toda a experiência vivida no IFPB trará imensa contribuição para o seu ingresso no mercado de trabalho e as vitórias já começaram, tendo em vista que foi aprovada em três programas de pós-graduação conceituados do país, decidindo pela Universidade de São Paulo.


Joabson Nogueira declarou que o momento de formar uma turma pioneira é sempre especial. “Recentemente, tivemos essa emoção com a primeira turma de Administração e agora estamos aqui colhendo os frutos de uma história que a gente acompanha desde o início, como é o caso do curso de Engenharia Elétrica. Mas, a todos desejo muito sucesso, estamos aqui à disposição e torcendo para que vocês conquistem tudo o que querem”, frisou o diretor.

Visivelmente emocionado, o coordenador Alfredo frisou a qualidade dos alunos que fazem parte da primeira turma de Engenharia Elétrica do IFPB. Ele fez questão de mencionar os estudantes Raissa e Sergio como exemplos de dedicação. “Parece que os estudantes desse curso foram escolhidos a dedo, porque vieram para fazer o nome do curso. Temos muito a agradecer a contribuição que cada um deu, por acreditar em um curso novo. Vão em frente, queremos agora só ter boas notícias”, destacou o docente.

Neilor Cesar também frisou a satisfação em relação aos primeiros formandos, mas declarou que os estudantes de todos os cursos devem abraçar a sua profissão com amor. “Para todos nós que trabalhamos pelo Ensino Superior esse momento é ímpar. Parabenizo também aos familiares que souberam muito bem como conduzir vocês até esse momento”, ressaltou o professor.

A solenidade de Colação de Grau do Campus João Pessoa está marcada para 26 de agosto, segundo informou a coordenadora do Cerimonial, Márcia Danyelle Araújo.

Texto e fotos: Ana Carolina Abiahy - jornalista do IFPB